Sobre a vida e sobre a morte – as crônicas mais lidas desse ano doído

Da tragédia da Chapecoense à chegada de um filho novo, o Velho mostra aquilo que foi mais lido no ano

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Vamos, enfim, dando cabo a 2016, o ano mais tinhoso da história do futebol. Saímos dele, desses seus 365 longos diazinhos, cambaleantes, meio ébrios de tanta dor, meio anestesiados de tanto choque. Todos nós deixamos um rastro de sangue pela estrada – dos campeões aos rebaixados, todo mundo morreu um pouco em Chapecó.

Além da tragédia hedionda da Lamia, tivemos ainda outros espinhos na carne, como a cena dantesca de Calleri chorando a morte do seu melhor amigo depois de marcar um gol no Morumbi.

Mas esse aninho sórdido também nos fez sorrir, vejam só, com episódios carregados de esperança e ternura, como o estádio que abriu as portas para quase uma centena de moradores de rua que queriam assistir uma partida de futebol.

Enfim, o fato é que esse gostinho agridoce, essa mescla de alegria e tristeza resumem bem as crônicas mais lidas do ano no blogue do Velho.

Vamos aos textos preferidos dos senhores, nobre leitores.

 

#6

Começamos pela alegria do bom cidadão Marcelo Guimarães, que narrou o sublime episódio de quando descobriu que o filho que lhe nasceria era um menino, seu doce companheiro de arquibancada.

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#5

O quinto texto fala sobre a imensa classificação do Coritiba contra o Belgrano, na Argentina, que foi sumariamente ignorada pelas televisões e transmitida apenas pelo radinho de pilha.

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#4

A dor da tragédia da Chapecoense fez tudo – absolutamente tudo, do 7 a 1 ao Maracanazo – parecer pequeno. O texto faz uma analogia com O Meu Pé de Laranja Lima, obra fundamental da literatura brasileira.

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#3

O Atlético-PR, todo humilde, soube esperar o momento certo para dar o bote no Coritiba, que, cheio de empáfia, achou que já tinha faturado mais uma campeonato paranaense na véspera. Naquele dia, pintaram o Major de vermelho.

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#2

A crônica conta sobre a beleza de quando uma miúda multidão de moradores de rua foi parar dentro do Independência para assistir a um jogo do Galo.

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#1

A crônica mais lida e compartilhada do ano é sobre Calleri e sua tragédia particular – no meio do ano, o ex-atacanate do São Paulo perdeu o seu melhor amigo em um acidente de moto em Buenos Aires. O texto, que recebeu o honroso e gentil comentário do próprio pai do moço que faleceu, fala sobre a perda e mostra, sobretudo, as 4 fotos fundamentais da homenagem que o jogador fez ao guri.

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RELEMBRE: AS CRÔNICAS MAIS LIDAS DE 2015

 

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