Uma cerveja, por favor

Não existe nada que seja mais íntimo de uma partida de futebol que a mais fundamental das bebidas. Ergamos o copo, portanto: temos algo a brindar.

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Ninguém sabe ao certo quando foi que a primeira bola rolou no relvado e quando foi que um primeiro pé lhe estufou as costuras para declarar que estava inaugurado este jogo imenso que é o futebol. Mas eu gosto de imaginar que o cidadão que começou com esse andamento todo segurava um copo de cerveja na mão. Corria atrás da pelota, mas, sobretudo, equilibrava a taça na mão qual bom garçom, que era pra não perder espuma nenhuma.

Ora pois, muito tempo passou de lá pra cá e hoje a cerveja continua sendo protagonista, embora uns infelizes tenham baixado decreto de proibir que a boa bebida circule pelos corredores dos nossos campos. Isto é, tirando nossas aventuras estádio adentro, estamos sempre às voltas de um copo e uma bola.

E é por essas e outras que o Velho, agora, se achegou da turma do Clube do Malte, uns moços que calharam de vender cerveja boa e agora são uns dos mais relevantes mercantes destas terras. O trato é o seguinte: os guris me mandam uma caixa da água loira e eu, em troca, publico meus textos na revista e no blogue deles.

Isto dito, gostaria de convidar todo e cada um dos senhores, que tal como eu têm apetite por birra, a se tornar confrade deste Clube visitando clubedomalte.com.br e, se não for pedir muito, prestigiar as crônicas do Velho aqui, no espaço deles também (antes que eles percebam o fracasso dos acesos e me cortem esta bonança).

É isso e não é mais.

Velho.

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