Dilmão e Aecião – o Campeonato Brasileiro das eleições

Se o Brasil tivesse mesmo se dividido entre Dilmistas e Aecistas, o Brasileirão teria sido bem diferente

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As afamadas eleições para a escolha do novo Presidente da República trouxeram uma pá de discórdia entre nós, brasileiros. Chegou-se a levantar a hiperbólica e acintosa ideia de dividirmos o país em dois por meio de um muro.

Ora, o Velho calhou de imaginar como isso afetaria o certame nacional caso, de fato, um devaneio infantil como esse se confirmasse.

Seriam dois grandes campeonatos, mas com uma diferença importante entre eles: o número de times. seriam doze do lado do Aécio, com paulistas, gaúchos, paranaenses, catarinenses e o goiano; oito das bandas de Dilma, com os mineiros, os cariocas, os baianos e o pernambucano.

A zona de rebaixamento – e qualquer reprovado em matemática na quarta série saberia – não pode ser justamente dividida. Então, escolhi o caminho mais evidente: dos oito dilmistas cai apenas um; dos doze aecistas, ardem dois. Assim, dos 20, caem somente três, como sempre sugeriu o professor Luxemburgo.

O fato é que, erguido o muro e cortado o campeonato em dois, quem sairia ganhando é a dupla Ba-Vi, que ficaria na Série A do Dilmão, uma vez que o Botafogo fez mais força pra cair. E quem choraria dantescamente seria a Chapecoense, que iria para o subsolo do Aecião.

Enfim, eis aqui as tábuas finais do Aecião e do Dilmão 2014.

 

dilmao_2014_final          aeciao_2014_final

 

 

*As tabelas foram feitas em cima de uma arte encontrada na web, mas sem autor conhecido. 

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